A Volta do Mestre
O chef francês Laurent Suaudeau, craque na arte de misturar sabores e aromas brasileiros com técnica francesa, está de volta. Até agora, essa é a melhor notícia gastronômica do ano no Brasil. Laurent merece todo o reconhecimento por parte dos amantes da boa mesa. Quando chegou ao país, há 23 anos, indicado pelo mestre Paul Bocuse, revolucionou a cozinha do restaurante Saint-Honoré, do hotel Méridien. Depois, já em carreira solo, marcou época no bairro de Botafogo, até vir para São Paulo em 1991.

Laurent inovou ao usar ingredientes brasileiros em preparações mais elaboradas. Foi assim, por exemplo, que surgiram dois clássicos de sua cozinha, fartamente copiados, a “mousseline de mandioquinha” e o “nhoque de milho verde com creme de parmesão” que, aliás, estão no cardápio atual. Se não bastasse, Laurent é o responsável pela formação e inspiração de mais de duas dezenas de jovens chefs, que hoje brilham em cozinhas de todo o país. Por traz da volta do chef está o empresário mineiro Marcus Lessa, criador, no ano passado, do De Re Coquinaria, casa de alto gabarito, mas que se ressentia até agora de uma maior regularidade na cozinha.

Nesses dois anos em que ficou afastado do dia-a-dia de um restaurante, Laurent incrementou sua escola de nível profissionalizante e deu consultoria por todo o Brasil, principalmente no Nordeste. Isso lhe possibilitou um conhecimento ainda maior dos temperos e alimentos regionais. Vários deles estão nos novos pratos de sua criação. É o caso da “cavaquinha com velouté de côco e telha de acarajé” e a “pescada amarela com salsa e suco de uvas secas”. Além deles, recomendo especial atenção para as entradas “royale de ouriço e emulsão de coentro”, combinação e sabor perfeitos; para a “terrine de foie gras com mel ao jerez Tio Pepe”. Entre os peixes, destaque para o atum em crosta de pão de especiarias, e o medalhão de bacalhau com purê de batata com alho doce.

Para fechar em grande estilo, duas sobremesas: o “caju em crosta de castanha de caju e emulsão de cachaça” ou a “telha de côco com bacuri ao chocolate branco e baunilha fresca”. A equipe do salão muito bem treinada está entre as melhores da cidade. A carta de vinhos também é completa e faz jus ao porte da casa, com grande destaque para os exemplares elaborados na França, com grandes champagnes.

(Texto extraído da matéria “O Melhor das Cidades” da revista Prazeres da Mesa JUN/03)





O chef francês Laurent Suaudeau, craque na arte de misturar sabores e aromas brasileiros com técnica francesa, está de volta. Até agora, essa é a melhor notícia gastronômica do ano no Brasil. Laurent merece todo o reconhecimento por parte dos amantes da boa mesa. Quando chegou ao país, há 23 anos, indicado pelo mestre Paul Bocuse, revolucionou a cozinha do restaurante Saint-Honoré, do hotel Méridien. Depois, já em carreira solo, marcou época no bairro de Botafogo, até vir para São Paulo em 1991.

Laurent inovou ao usar ingredientes brasileiros em preparações mais elaboradas. Foi assim, por exemplo, que surgiram dois clássicos de sua cozinha, fartamente copiados, a “mousseline de mandioquinha” e o “nhoque de milho verde com creme de parmesão” que, aliás, estão no cardápio atual. Se não bastasse, Laurent é o responsável pela formação e inspiração de mais de duas dezenas de jovens chefs, que hoje brilham em cozinhas de todo o país. Por traz da volta do chef está o empresário mineiro Marcus Lessa, criador, no ano passado, do De Re Coquinaria, casa de alto gabarito, mas que se ressentia até agora de uma maior regularidade na cozinha.

Nesses dois anos em que ficou afastado do dia-a-dia de um restaurante, Laurent incrementou sua escola de nível profissionalizante e deu consultoria por todo o Brasil, principalmente no Nordeste. Isso lhe possibilitou um conhecimento ainda maior dos temperos e alimentos regionais. Vários deles estão nos novos pratos de sua criação. É o caso da “cavaquinha com velouté de côco e telha de acarajé” e a “pescada amarela com salsa e suco de uvas secas”. Além deles, recomendo especial atenção para as entradas “royale de ouriço e emulsão de coentro”, combinação e sabor perfeitos; para a “terrine de foie gras com mel ao jerez Tio Pepe”. Entre os peixes, destaque para o atum em crosta de pão de especiarias, e o medalhão de bacalhau com purê de batata com alho doce.

Para fechar em grande estilo, duas sobremesas: o “caju em crosta de castanha de caju e emulsão de cachaça” ou a “telha de côco com bacuri ao chocolate branco e baunilha fresca”. A equipe do salão muito bem treinada está entre as melhores da cidade. A carta de vinhos também é completa e faz jus ao porte da casa, com grande destaque para os exemplares elaborados na França, com grandes champagnes.

O chef francês Laurent Suaudeau, craque na arte de misturar sabores e aromas brasileiros com técnica francesa, está de volta. Até agora, essa é a melhor notícia gastronômica do ano no Brasil. Laurent merece todo o reconhecimento por parte dos amantes da boa mesa. Quando chegou ao país, há 23 anos, indicado pelo mestre Paul Bocuse, revolucionou a cozinha do restaurante Saint-Honoré, do hotel Méridien. Depois, já em carreira solo, marcou época no bairro de Botafogo, até vir para São Paulo em 1991.

Laurent inovou ao usar ingredientes brasileiros em preparações mais elaboradas. Foi assim, por exemplo, que surgiram dois clássicos de sua cozinha, fartamente copiados, a “mousseline de mandioquinha” e o “nhoque de milho verde com creme de parmesão” que, aliás, estão no cardápio atual. Se não bastasse, Laurent é o responsável pela formação e inspiração de mais de duas dezenas de jovens chefs, que hoje brilham em cozinhas de todo o país. Por traz da volta do chef está o empresário mineiro Marcus Lessa, criador, no ano passado, do De Re Coquinaria, casa de alto gabarito, mas que se ressentia até agora de uma maior regularidade na cozinha.

Nesses dois anos em que ficou afastado do dia-a-dia de um restaurante, Laurent incrementou sua escola de nível profissionalizante e deu consultoria por todo o Brasil, principalmente no Nordeste. Isso lhe possibilitou um conhecimento ainda maior dos temperos e alimentos regionais. Vários deles estão nos novos pratos de sua criação. É o caso da “cavaquinha com velouté de côco e telha de acarajé” e a “pescada amarela com salsa e suco de uvas secas”. Além deles, recomendo especial atenção para as entradas “royale de ouriço e emulsão de coentro”, combinação e sabor perfeitos; para a “terrine de foie gras com mel ao jerez Tio Pepe”. Entre os peixes, destaque para o atum em crosta de pão de especiarias, e o medalhão de bacalhau com purê de batata com alho doce.

Para fechar em grande estilo, duas sobremesas: o “caju em crosta de castanha de caju e emulsão de cachaça” ou a “telha de côco com bacuri ao chocolate branco e baunilha fresca”. A equipe do salão muito bem treinada está entre as melhores da cidade. A carta de vinhos também é completa e faz jus ao porte da casa, com grande destaque para os exemplares elaborados na França, com grandes champagnes.

(Texto extraído da matéria “O Melhor das Cidades” da revista Prazeres da Mesa JUN/03)